03 de novembro de 2017

Vinho engorda?

Vinho: vilão ou mocinho? Afinal, o vinho engorda?

Como amante e admiradora dos vinhos, já escrevi uma matéria (clique aqui) falando dos seus benefícios comprovados cientificamente e sobre alguns cuidados que devem ser tomados ao se ingerir a bebida. Mas, afinal, consumir vinho, engorda?

Algumas pesquisas atuais mostram que o vinho emagrece, outras pesquisas já mostram que engorda. Na verdade o consumo de vinhos tanto pode engordar quanto emagrecer, tudo vai depender do tipo e da quantidade e das combinações que você fizer.

Existem vários tipos de vinhos, alguns com maior teor alcoólico e mais açúcar, como é o caso dos vinhos suaves, moscatel e o vinho do porto e outros mais secos. É óbvio que se você optar pelos vinhos mais doces, vai contabilizar mais calorias. 

Outro ponto importante é a frequência com que se consome. Dependendo do número vezes que você beber, da quantidade e do seu estilo de vida, eles irão engordar, sim. Os benefícios do vinho continuarão a existir, mas nesses casos trarão junto consigo algumas calorias extras – e ruins. A boa notícia é que se você consumir esses vinhos ao invés de consumir, por exemplo, caipirinha ou cerveja, que não possuem benefício nenhum além de serem super calóricos, você estará fazendo uma troca que poderá lhe auxiliar no controle do peso.

Nas suas opções, tente sempre escolher os vinhos secos, pois eles  já não apresentam (ou pouco apresentam) um dos vilões e maiores acumuladores de calorias – o açúcar. Embora o consumo elevado possa engordar, pois o álcool em excesso causaria isso, vinhos secos se consumidos com parcimônia e sabedoria trazem consigo as suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, que estão relacionadas à estratégias de emagrecimento.

Por fim, outra dica, fique atento também ao que consome junto com a bebida, opte sempre por acompanhamentos saudáveis  e mantenha-se hidratado e lembre-se, beba com moderação!

Esse texto é de autoria de Luana Martins, nutricionista, especialista em nutrição esportiva e clínica, corredora e amante dos esportes e de uma vida saudável e equilibrada (e enófila , é claro!!) @nutricionistaluana.

Beijos, Paty
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03 de novembro de 2017

Vem chegando o verão…..

Vem chegando o verão e uma pergunta nos atormenta: Qual Protetor Solar escolher?

As temperaturas subindo, o Verão chegando e as mulheres loucas para chegarem à praia com o bronze perfeito! Por conta disso, muitas delas acabam pecando na hora de escolher o protetor solar, ou pior, trocam por bronzeador e o deixa totalmente de lado.

Vá lá, tomar Sol é essencial para a nossa saúde. Sem Sol causamos uma deficiência de vitamina D, e nosso organismo sem essa vitamina se torna vulnerável à doenças imunológicas como lúpus, esclerose múltipla, artrite reumatoide e até mesmo diabetes no caso de gestantes e crianças.

Porém, o Sol deve ser tomado com muita consciência, pois as consequências podem ser desagradáveis como vermelhidão, ardência, e também severas como queimaduras e bolhas. Além disso, após sofrer uma queimadura solar a pele tende a descascar e ficar manchada.

Sendo assim, você jamais poderá curtir o Verão sem um protetor solar como fiel parceiro. Ele é tão legal que lhe proporciona proteção, bronze na medida e também a absorção de vitamina D.

Antes de qualquer coisa temos que saber que, um protetor solar “decente” parte do fator 30, menor do que isso acenda o alerta! Outra coisa são os tipos de pele, que vão do I ao VI. São eles:

  • Fototipos I e II – Peles muito claras. Estas não vão bronzear, vão no máximo ficar bem vermelhas. Indicado protetor fator 60 ou mais.
  • Fototipos III e IV – Peles intermediárias. Pendem mais para uma pele morena. E mesmo assim a indicação é que use um protetor solar mais alto no início do Verão e vá diminuindogradativamente à medida que vai bronzeando, chegando até o fator 30 no mínimo.
  • Fototipos V e VI – Peles bem escuras. Mais difícil de sofrerem queimaduras, mas a proteção é imprescindível por conta da prevenção do câncer de pele. Fator de proteção 30 é o ideal.

Entendido isso, vamos agora aos protetores solares. Existem incontáveis tipos, com cor, sem cor, em gel, em spray, oil free, toque seco, resistente à água, mais baratos, mais caros, enfim, para todas as necessidades, gostos e bolsos.

Confira alguns:

  • Vichy Capital Soleil BB aera-mousse FPS 30– Em forma de mousse. Possui cor coringa, que vai bem com qualquer tom de pele. Por volta de R$ 80,00.
  • La Roche-Posay Anthelios AE FPS 30 serum – Antienvelhecimento e antimanchas. Possui ácido hialurônico em sua composição, assim as linhas de expressão são preenchidas e amenizadas, além do aspecto de pele lisa e hidratada. Por volta de R$ 80,00.
  • ROC Minesol Actif Unify FPS 80– Antimanchas. Indicado para fototipos I e II e para quem tem a pele manchada. Por volta de R$ 80,00.
  • Skinceuticals Physical Fusion UV Defense FPS 50– De cor universal fica bem em qualquer tom de pele. Por possuir cor passa a ser um pouco mais eficiente na hora de proteger a pele. Possui Artemia salina, que estimula as defesas da mesma. Por volta de R$ 120,00.
  • Bare Minerals Natural Sunscreen FPS 30 – Em forma de pó. Como sua proteção é menor sua indicação é para o dia-a-dia e não para ir à praia. Ótimo para pele oleosa. Por volta de R$ 140,00.Como são muitas opções as duvidas podem surgir, sendo assim, procure um dermatologista para lhe dizer com precisão qual é o seu tipo de pele e qual protetor solar será melhor para você. Lembre-se que o que é bom para a sua amiga pode não ser bom para você. Assim como os protetores são diferentes, as pessoas também são! 

    E por fim, NUNCA deixe de usar protetor solar! Mesmo no dia-a-dia ou em dias nublados.

    Um beijo e até mês que vem!  Milena Zanella da Azulay E Zanella Dermatologia 

     

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Beijos, Paty
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25 de agosto de 2017

Aprendendo a silenciar a mente:dica astral by Teresa Maia!

• APRENDENDO A SILENCIAR A MENTE •

A verdadeira meditação é sentar-se sem fazer nada — não usar seu corpo nem sua mente. Se você começar a fazer alguma coisa, ou você entrará em estado contemplativo ou estará concentrado, ou executará uma ação — de toda forma, estará movendo-se para fora de seu centro.

Quando você não estiver fazendo absolutamente nada, seja física ou mentalmente, ou em qualquer outro nível, quando toda atividade houver cessado e você estiver apenas sendo, isso é meditação. Não a pratique, não a faça. Apenas compreenda-a.

Sempre que você conseguir, pare todo o resto e encontre tempo para apenas SER. Pensar também é fazer, concentrar-se também é fazer, contemplação é fazer. Mesmo que seja um único momento em que você não esteja fazendo nada e esteja apenas em seu centro, completamente relaxado, isso é meditação.

E quando você se acostumar, poderá ficar nesse estado por quanto tempo quiser. Com o tempo, poderá ficar nesse estado durante as 24 horas do dia se desejar.

Após ter experimentado esse estado de tranquilidade, então, aos poucos, você começará a fazer coisas, mantendo-se alerta para que seu ser não seja perturbado. Essa é a segunda parte da meditação. Primeiro, aprender a simplesmente ser, depois aprender pequenas ações: limpar o chão, tomar banho, mas sempre mantendo-se no centro.

Por exemplo, você pode estar lendo esse post, mas sua meditação não será perturbada. Pode continuar falando, mas em seu centro não há sequer um ruído. Há apenas silêncio, silêncio absoluto.

A meditação não é contra a ação, pois sua vida continua e, na verdade, torna-se mais intensa, mais cheia de alegria, com maior clareza, mais visão e mais criatividade. Ainda assim, você está nas nuvens, um observador nas montanhas, apenas vendo o que ocorre a seu redor, em seu CENTRO.

Você não é aquele que faz, mas sim o que observa.

• Osho

Beijos, Paty
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