08 de novembro de 2017

O que te faz transbordar?

O que te faz transbordar?  Você já pensou sobre isso?

Em tempos tão loucos e insanos como estamos vivendo com excessos de toda ordem, difícil parar um momento para refletir sobre o que nos toca, sobre o que no emociona e nos faz transbordar.

Transbordar já diz o dicionário é  “sair das bordas, extravasar, derramar-se, espalhar-se em torno: o rio transborda; o vinho transborda o copo.[Figurado] Manifestar-se impetuosamente, ultrapassar os limites: a cólera popular começava a crescer e transbordar.Estar possuído de (um sentimento): a amargura transbordava-lhe do coração.”

É sinônimo de extravasar e pensando exatamente nisso, em sentimentos, na sensibilidade de momentos quotidianos que a talentosa fotógrafa Juliana Stringhini Ruchita apresenta, no Instituto Juarez Machado, a exposição “Transborda”

A exposição de arte contemporânea é inédita e interativa e traz uma visão crua e sensível do TRANSBORDAR. através de uma série de retratos de pessoas encontradas nas ruas, nos mercados e praças da América Latina,  e registradas em um instante de transbordamento emocional.

Sem muito protocolo a artista utiliza sua câmera envolvida em pano preto como os antigos lambe-lambes e propõe um mergulho do fotografado em suas emoções mais verdadeiras. A sinergia orgânica das palavras, num momento íntimo e sem direcionamento predefinido, funciona como uma espécie de chave que abre e revela uma emoção. Juliana se confronta com suas próprias indagações e o desejo de se conectar com o outro, mesmo que por alguns instantes. “Quando a pessoa transborda, ela se revela, tira o véu, baixa as defesas. E, esse momento de transbordamento emocional é como um alívio e uma permissão, para vislumbrar a si mesmo”.  Em um mundo de tantos filtros, tantas máscaras e contenções sociais, a exposição tem a intenção de sensibilizar o expectador para o que ainda toca o ser humano. Em mais de um ano de interações e mais de 400 fotografados nem sempre houve um transbordamento. Não é fácil se deixar transbordar.

Coletando fragmentos de vidas, Juliana abre espaço para fazer uma topografia de quem nós somos quando algo nos traz à tona, mesmo que por um vislumbre. Um instante onde se perde o controle. Onde uma palavra ou uma lembrança tocam fundo, e fazem a vida passar pela borda.

Falando um pouco mais da Julia ela é fotografa graduada no International Fine Arts College, de Miami, nos EUA. Já  trabalhou com produção musical, dança, moda e fotografia. Nos últimos anos, busca extrapolar os limites do suporte fotográfico, promovendo um mergulho em todas as frentes de seu repertório pessoal, numa pesquisa mais avançada como Artista Multimídia. Faz parte de seu aprimoramento de conceitos, o mentoring com o curador e artista canadense Scott MacLeay, além de imersões, oficinas e visitas às principais exposições de arte do mundo com o pensador Charles Watson.

Sua pesquisa, como artista contemporânea, após dois anos de trabalho, resulta agora na exposição TRANSBORDA. Eu estou super curiosa para visitar a exposição e para viver e me emocionar com a coletânea de fotos. Isso é transborda é permitir-se emocionar, viver sentimentos e extravasar aquilo que está dentro da sua alma e de seu coração.  Fotos:reprodução/acervojulianastringhini.

Exposição Transborda

Local: Instituto Internacional Juarez Machado – Joinville

Datas: de 11 de novembro de 2017 a 8 de fevereiro de 2018

Horários: ter – Sab das 10h às 19h – Dom das 15 às 19h

Atenção: a bilheteria fecha todos os dias as 18:30h, ok?

Os valores são R$8,00 a inteira e R$4,00 a meia entrada.

www.julianastringhini.com.br

Beijos, Paty
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20 de julho de 2017

Duas dicas de leitura para as férias

Girls, férias de julho estão aí e nada melhor para relaxar que um bom livro concordam? A leitura é daquelas coisas super simples de se fazer e que nos ajuda a crescer, abrir a mente, se desligar e se divertir. Então, para vcs, duas super dicas, leves e super astrais para vcs. Primeiro, a biografia da icônica super estrela HEBE CAMARGO feita pelo Artur Xexéo.

A outra dica, de uma mulher também poderosa, é o livro MODA À BRASILEIRA, da empresária de sucesso, mentora e digital influencer, Alice Ferraz, grande responsável pela maior plataforma de blog da América Latina, F HITS. Duas mulheres poderosas e cheias de histórias, dicas e emoções para vcs. Depois me contem aqui o que acharam dos dois. Eu sou suspeita pq amo as duas. Ameiiii os dois livros, por isso super indico.

Beijos, Paty
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19 de junho de 2017

Dica astral: Sol entrando em Câncer e o Solstício de Inverno

Gosta de astrologia? Quer saber como se preparar para a entrada do Sol no signo de Câncer e o Solstício de Inverno? Confira as dicas super bacanas da astróloga top master das galáxias Teresa Maia.  

“A Entrada do Sol no signo de Câncer e o Solstício de Inverno em 2017

Dia 21 de Junho às 01hs25 o Sol ingressa em Câncer ocorrendo juntamente o Solstício de Inverno, no Hemisfério Sul. A entrada do Inverno marca o momento do mergulho interno.E nada melhor do que perceber tudo que existe de fragmentado em nós.

É tempo de matar os velhos hábitos, pensamentos, sentimentos e emoções que nos impedem de entrar em contato com o Ser Essencial que somos. Esse mergulho reforça a nossa conexão com a natureza, com os seres, os sinais do céu, da mãe terra, com o Todo.

Um portal se abre para o que há de melhor em nós eclodir, para percebermos que não evoluímos sozinhos, precisamos um do outro para nos reconhecermos e crescermos. Neste momento, o Sol inicia seu percurso por Câncer.

Fase de olhar para dentro, com doçura e cuidar da nossa criança interior, acolhendo e nutrindo todas as partes que estão carentes em nós.

Quarto signo do Zodíaco, Câncer tem a função de interiorizar o que se vive, registrando em sua vida o que aprendeu, acolhendo os seus iguais, e criando assim o conceito de tribo ou família. Câncer, é um signo do elemento Água, é a energia acolhedora, voltada para a nossa nutrição física e emocional.

Representa o instinto de proteção e gestará as sementes que plantamos, para que não rompa a terra, antes do tempo ou defeituosas.

A semente precisa estar cercada de cuidados para poder germinar na proteção do escuro, longe dos olhares e dos comentários, assim também são as nossas idéias. Por isso dizemos que quando um projeto está sendo gestado, é melhor guardar segredo, aguardando nascer e mostrar os seus primeiros frutos.

Essa é a natureza canceriana.

É um tempo de silêncio, sensibilidade, autoproteção e acolhimento.

É tempo de se mover de acordo com o instinto de proteção, mediante os sentimentos e emoções.

E de se ocupar com o futuro, mas sempre com um olho no passado.

Para liberar a criatividade em Câncer precisamos cortar o cordão umbilical que nos mantém presos ao carma familiar,abandonar o ventre seguro do lar e escolher nossa própria direção na vida.

Naturalmente há uma proteção criada por nós mesmos, como a casca do caranguejo, que nos impede de colaborar e nos relacionarmos com as outras pessoas. Vamos liberar essa casca? Pois pensamos que ela protege nos mantemos presos ao padrão do medo.

Medo de dar, de receber, de ficar sem, de ficar com… Enfim, todo e qualquer medo existente em nossas vidas.

Quando vivemos em harmonia com o Todo, sabemos que somos amados.

Que sempre está tudo certo, mesmo que não esteja tudo bem!

Aspectos no céu:

O Sol em conjunção a Mercúrio e Marte em Câncer e a Lua conjunção Vênus em Touro reforça a força dos nossos sentimentos e emoções, amplia e impulsiona o amor, a necessidade de cuidar e ser cuidado, de nutrir e acolher, de nos conectarmos tanto aos entes queridos quanto aos nossos sonhos e aspirações, mais facilmente, para que possamos realizá-los. Sensibilidade, cuidado e acolhimento são as palavras de ordem!   

O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto, abrange mais que um momento de atenção. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.”Leonardo Boff

 É tempo de aconchegar, de acolher e permitir ser acolhido, de nutrir e ser nutrido!!!Que haja sensibilidade, e ela comece por nós!  

Namastê (o meu Deus Interior saúda o seu Deus Interior)! “

Beijos, Paty
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